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Blog do Fabricio Battaglini fabriciobattaglini@hotmail.com


CPMF DE NOVO

        Leio nos jornais que a tal CPMF volta a nos rondar. A notícia é ótima para os novos governantes (governadores e presidente), já todos eles ficam com uma fatia deste bolo. Já para nós ... Acho que nenhum bom brasileiro reclamaria de pagar impostos se conseguisse enxergar o retorno desta cobrança na vida das pessoas. Mas - me ajudem se estiver enganado - não me lembro de nada marcante que tenha sido feito quando a Contribuição existia! No Brasil, o imposto não é carimbado. Quando alguns classificavam a CPMF como o "imposto da saúde" era mera força de expressão. Tudo o que é arrecadado em nosso país vai para o mesmo lugar e o destino, os governantes decidem. Se a cobrança vingar de novo, vai ser assim ... de novo. A nós resta torcer para que, quem tomar conta, saiba o jeito certo de empregar estes gordos recursos. 



Escrito por fabricio às 13h42
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ME ASSUSTEI, CONFESSO QUE ME ASSUSTEI.

               Já viajei muito de avião. A trabalho, a passeio, são milhares de "pés" rodados. E só me lembrava de ter passado apuros uma vez, num vôo de jornalistas que acompanhavam a inauguração de uma hidrelétrica no governo Mário Covas. Era um Fokker 27, aeronave pequena, antiga, balançou o tempo todo. E os saquinhos de "necessidade" acabaram todos usados, inclusive o meu. Mas isso foi há mais de dez anos. De lá para cá, vinha embarcando em uma rotina de viagens tranquilas, até subir no avião que me trouxe de volta para São Paulo na última sexta-feira (6 de agosto).

               Vôo 4739, Maringá/escala em Marília/Congonhas. Potrona 11B. Companhia aérea, Pantanal. Era a minha primeira experiência na empresa recém-comprada pela TAM. Preço da passagem registrado no cartão de embarque: 409 reais, pagos pela TV Globo. A decolagem estava prevista para às 15h50. Perto do horário, talvez 5 minutos antes, já com todos na sala de embarque, a funcionária avisou pelo alto-falante (não precisamente com estas palavras): "Atenção senhores passageiros do vôo 4739 com destino a Congonhas. Nossa aeronave encontra-se em solo, mas devido a um defeito técnico, não há previsão de decolagem". Considerando que era uma sexta-feira e todos ali estavam ansiosos para voltar para casa, foi uma notícia no mínimo desanimadora. Confesso que me preocupei mais com a falta de previsão de embarque do que com o tal "defeito técnico". Sorte, a espera durou pouco. Nem meia hora e já estávamos sendo chamados. "Ótimo", pensei, "que alívio, até que foi rápido". E entramos na aervonave, um ATR 42 com capacidade para 45 lugares. Avião pequeno, lugar reduzido para a bagagem de mão, apenas duas poltronas de cada lado, confortável espaço para as pernas. Esta última característica me chamou atenção, era coisa de avião antigo mesmo. Nos atuais, quase não dá para se mexer! A tripulação simpática, solícita, nos recebeu com balinhas tal qual faz a da TAM. Tudo ótimo na decolagem, já estava pegando no sono quando o comandante veio ao microfone dar as boas-vindas. Mais do que isso, veio explicar o porquê da demora na decolagem, justificada até então como um "defeito técnico" pela equipe do aeroporto. "Por um problema de manutenção, um incidente atrasou a decolagem", disse o piloto. Ora, "problema de manutenção"??? Estávamos voando em um avião que apresentava "problemas de manutenção"? Fiquei preocupado, mas o vôo prosseguiu normalmente.

               Pousamos em Marília, na escala prevista para pegar outros passageiros, e nova decolagem. Alguns segundos depois que saimos do solo, notei algo de estranho. Olhava pela janela e as casas, carros, pessoas lá embaixo não estavam tão pequenos como deveriam. O avião voava na altura de um helicóptero, parecia não conseguir pegar altutide. A sensação não durou muito, talvez um minuto apenas, e o ATR 42 alcançou a altura esperada. Mas eu estava certo, algo de estranho realmente tinha ocorrido. "Vocês devem ter percebido uma oscilação que aconteceu por problemas de funcionamento do motor 2. Mas agora já está normalizado". Muita gente não entendeu as palavras do piloto porque o sistema de áudio era ruim. Para mim, que estava com os ouvidos mais do que atentos, foram claras: "problemas de funcionamento no motor 2". Não sou especialista, não entendo de avião, não posso avaliar a gravidade do que aquilo representava. Mas era a segunda vez no mesmo vôo que éramos avisados de uma intercorrência. Os próximos 55 minutos que faltavam para pisarmos no solo novamente foram de muita agonia. Meus olhos passaram a investigar que avião era aquele da Pantanal. "Da década de 80", me disse uma comissária. Poltronas manchadas, encardidas. Luzes de leitura que não funcionavam em muitos lugares (pelo menos nas fileiras 10/11, todas as 4 luminárias estavam quebradas), não havia cartão de instruções aos passageiros em caso de pane ou queda, encostos de braço quebrados, sujos, assim como as presilhas das bandejas de refeição. O que o pouco de bateria que restava na minha máquina fotográfica permitiu, consegui registrar. Pobre ATR 42! Parece que esqueceram de você. E de nós, claro, que merecemos mais pelo que pagamos. Repito aqui, não entendo do assunto, não sei se corremos algum tipo de risco. Mas para quem sempre se gabou de ter "aquilo roxo" quando o assunto é estar nas alturas, foi uma experiência que espero não viver novamente.

  




Escrito por fabricio às 20h20
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APUROS NO ELEVADOR

        Quem já ficou preso num elevador, levante a mão! Quem já ficou preso num elevador de 2 metros quadrados, levante a mão! Quem já ficou preso num elevador de 2 metros quadrados com outras 3 pessoas, levante a mão! Ué, porque está todo mundo de mãos abaixadas??? Será que fui só eu (e essas outras 3 pessoas)? Outra passagem no "Mais Você".

        Fazíamos uma série de reportagens sobre o mercado imobiliário. Um dos entrevistados morava em um modesto conjunto habitacional. Não era nem a primeira, nem a segunda, nem a terceira visita à família. De certo modo, já estávamos acostumados ao aperto no meio de transporte que nos levava e trazia do apartamento. E, confesso, negligenciávamos a capacidade do mesmo. Até que um dia ... Eu, Luis Antônio (câmera), Cleber (operador de áudio), seu Madruga (motorista). Era a equipe completa. De repente, stop! Não, não tínhamos chegado ao térreo como queríamos. Ninguém tinha chamado o elevador no meio do caminho. Ele resolveu parar por conta própria.

         Todos reagiram com a calma que se recomenda nessas horas. Notamos que havia um interfone no elevador. Ufa, pensamos, era só chamar o porteiro e pronto, sairíamos dali em instantes. E foi o que fizemos: "alô, estamos presos!". Ingenuidade e ignorância nossa imaginar que o funcionário do prédio pudesse fazer alguma coisa: "tenho que chamar os bombeiros". Era o certo mesmo. Mas os bombeiros levariam pelo menos 15 minutos para chegar,  seria muito difícil aguentar o aperto - 4 pessoas em 2 metros quadrados, mais equipamentos - por aquela eternidade. Um dos nossos integrantes começou a se desesperar, revelando uma claustrofobia enrustida. E a gritaria que se instalou no elevador chamou a atenção dos moradores. Entre eles, o filho mais velho de nosso entrevistado.

         Ele disse que podia ajudar, que conseguiria nos tirar dalí com uma chave de fenda, e desceu até o andar em que estávamos presos. Foi muito rápido o garoto. Era bem alto, não teve nenhuma dificuldade para alcançar o buraco que fica na parte superior da porta com a chave. Em segundos, a porta se abriu. O ar entrou, ficamos todos mais calmos. Porém, ainda estávamos confinados lá dentro, entre um andar e outro, só com uma fresta livre. Não tivemos dúvida. Com a ajuda de quem estava do lado de fora, um a um, começamos a sair pela passagem que se abrira. Primeiro a cabeça, depois o tronco e por fim as pernas. Nós 4 saímos assim, sem imaginar o risco que estávamos correndo. Gente, nunca, jamais se deve tentar sair de um elevador dessa maneira. O que fizemos foi muito errado, para não dizer estúpido. Quando um elevador para, a primeira coisa é travar o equipamento na casa das máquinas para que ele não caia.  E esse procedimento deve ser feito por alguém do prédio que seja treinado ou por um bombeiro. Só depois deve-se socorrer as vítimas. Já pensou se o elevador cai enquanto um de nós estava saindo, com uma parte do corpo para fora, outra para dentro? Seria o equivalente a uma guilhotina. Claro que ninguém ali pensou nisso, o que nós queríamos era sair daquela situação.  Só depois, gravando uma reportagem sobre o tema no Corpo de Bombeiros, entendemos a besteira que fizemos. Lição para a próxima vez. Ninguém quer ficar preso no elevador, mas se acontecer de novo, já sabemos o que (não) fazer. E, agora, vocês também!




Escrito por fabricio às 12h43
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REUNIÃO DE PAUTA JÁ!

Vocês devem imaginar o que é uma reunião de pauta. A equipe se encontra com uma frequência determinada e cada um sugere assuntos que acha pertinente, temas que possam virar boas matérias. Todos contribuem, aprimorando a idéia dos colegas, até o "editor-chefe" bater o martelo (e vetar algumas propostas, inclusive). Os critérios variam muito: perfil de jornal/programa, perfil de audiência, oportunidade, interesse que possa provocar, tudo isso é pensado. Não se faz nada simplesmente por fazer. Sempre existe alguma razão. O que proponho é que façamos desta vez uma reunião de pauta virtual. Cada um dando sua parcela de contribuição. Assuntos, formatos, ponderações, quero saber o que sugerem para nosso "informativo". Quem se habilita? O editor-chefe será este que vos fala. Prometo não ser cruel. Vamos lá, quem começa?  



Escrito por fabricio às 20h03
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PAUTA DO DIA: MOLHAR O BISCOITO!

              Esta a Copa me fez relembrar. 2006, Alemanha. Eu estava lá pelo "Mais Você" com a tarefa de entrar ao vivo todos os dias trazendo um olhar diferente da cobertura esportiva. Ana e Louro José foram antes da Copa para produzir uma série de reportagens que o programa exibiu durante o Mundial. Eu não pude assistir a todas. Foi essa a minha sentença de morte.

              A cidade era Bergisch Gladbach (nome quase impronunciável para nós, brasileiros), onde ficava o hotel dos nossos jogadores. Dali, eu fazia as entradas no programa. Numa delas, estou eu posicionado diante da câmera, pronto para o link, esperando que a Ana me chame com a "novidade do dia", quando sou surpreendido com a seguinte pergunta: "E você, Fabricio, já molhou o biscoito aí na Alemanha?". Imaginem o susto! "Ah, como assim!". E ela: "É, você já molhou o biscoito aí?". Televisão é muito dinâmica. Um segundo de raciocínio vira uma eternidade. Impossível disfarçar o meu constrangimento. Meu Deus, o que a Ana queria dizer com aquela pergunta? E o que eu responderia? Acreditem, tudo isso passou pela minha cabeça naquele segundinho-eternidade. Minha reação foi mostrar a aliança (de noivado ainda na época) e dizer "não pode, não pode!". Não adiantou. As gargalhadas, ela insistiu : "pode sim, pode sim, uai!". Completamente desconcertado resolvi mudar de assunto. "Bom, Ana, deixa eu falar da seleção, então". E mandei meu recado. Assim que sai do ar liguei para São Paulo para tentar entender o que se passava. E descobri. Apesar do duplo sentido da pergunta, a Ana se referia a um "molhar o biscoito" sem malícia. O Louro José tinha vistado uma cidade alemã cujo hábito culinário é molhar o biscoito na bebida primeiro para depois comê-lo. E a reportagem foi exibida pouco antes da Ana me chamar ao vivo. Como eu estava envolvido e concentrado na minha transmissão, não prestei a menor atenção na matéria anterior. Aí fui pego de surpresa. Fico pensando no que passou pela cabeça dos telespectadores diante do "sufoco" do pobre repórter. Em 9 anos de TV Globo, só não digo que esta foi a maior saia justa porque consegui ficar ainda em pior situação na primeira vez que entrei ao vivo. Aquilo sim foi desesperador. Mas isso é conversa para uma próxima vez.

              Ah, em tempo, voltei mesmo sem molhar o biscoito.

 



Escrito por fabricio às 14h10
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Repórter inexperiente ... bem antes do CQC!

     Assim combinamos. Sem compromisso, passo a colocar aqui algumas histórias que me ocorrem e me trazem boas ou nem sempre boas lembranças. Não existe cronologia nos fatos. Escreverei conforme os "causos" me vierem à cabeça. De acordo?

     Talvez muitos de vocês não saibam, mas comecei em rádio, na Jovem Pan AM de São Paulo. Foi lá que me tornei repórter, antes de ir para a TV Globo, há nove anos. Já estava havia alguns meses na reportagem de rua quando o diretor José Carlos Pereira me transferiu para a cobertura política, virei setorista do Palácio dos Bandeirantes. Minha função passaria a ser acompanhar o então governador Mário Covas. E fui lá eu para a primeira entrevista coletiva com o governador. Era uma inauguração de escola. Nessas situações, devo admitir que o que menos interessa para os jornalistas é o evento em questão. Normalmente, aproveitamos a autoridade "dando sopa" para falar sobre outros assuntos. Era bem na época em que se discutia a criação de uma taxa - a ser cobrada nas contas de luz - para a criação de um fundo de recursos para a TV Cultura, a emissora pública paulista, que estava mal das pernas. O governo tinha a intenção de instituir a cobrança para sanear as contas da estatal. Com certeza, seria este o principal assunto da coletiva, provavelmente até o próprio governador sabia da angústia dos jornalistas em abordar o tema. Acontece que quem é do ramo sabe que primeiro se deve "amaciar a carne" para depois atacar. O ritual diz que as primeiras perguntas são sempre suaves, abordam o evento que levou a autoridade até aquele local, e depois, só depois, vem o bombardeio. Eu, do alto da minha experiência de meses na cobertura política, o que fiz? Abri a entrevista, que reunia mais de uma dezena de jornalistas, com esta: "Governador, o senhor acha justo cobrar esta taxa para a TV Cultura nas contas de luz, mesmo das pessoas que não gostam da programação da TV?" Silêncio geral. Quem conviveu com Mário Covas pode imaginar o que viria a seguir. "Ah é, o que você sugere, então?". E a resposta do bravo repórter: "Não sei, o governador é o senhor!". Novo silêncio... seguido por um certo ar de desespero da assessora de imprensa do governador, Mary Zaidan. Fim de papo. Coisa rara em se tratando de Mário Covas, mas, irritado, ele encerrou a entrevista. Não vou mentir, voltei para a redação com uma ingênua sensação de dever cumprido. Afinal, já no primeiro contato com aquele que seria meu principal entrevistado nos próximos dois anos, tinha conseguido atenção, uma resposta atravessada, mas uma resposta! Era o máximo. Não fiquei lá para saber, mas seguramente dos colegas de rua - como costumamos nos tratar entre os jornalistas - o que eu consegui foi uma raiva momentânea por ter provocado o fim da coletiva, sem que ninguém (além de mim, claro) tivesse feito uma pergutinha sequer. Felizmente tive muito tempo para me redimir e conquistar a amizade de todos. Felizmente, eles também tinham sido "foca" e souberam perdoar a euforia do jovem jornalista. 



Escrito por fabricio às 11h51
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AGORA VAI! MAS SEM COBRANÇAS, RS.

Me convenceram! A partir de (????) vou começar a postar aqui algumas histórias desses 15 anos de carreira. E agora - sabendo que poderei contar com a compreensão de vocês pelos prováveis períodos de ausência - fico mais confortável para prosseguir com o blog. Valeu pelo incentivo!! Ah, acima o novo endereço de e-mail para vocês encaminharem as fotos para a coluna "AFOTO" que pretendo reativar.



Escrito por fabricio às 12h15
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O que acham?

Quero a opinião de vocês. Estou pensando em começar a escrever aqui no blog algumas histórias da minha (ainda curta) carreira. O problema é o seguinte, falta de tempo. Não conseguiria atualizar com a frequência que gostaria. O que acham? Devo fazê-lo mesmo assim, "só quando dá", ou seria melhor esperar um período mais tranquilo (que não sei quando e se existirá)?

 



Escrito por fabricio às 17h56
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NOTÍCIAS DO ÍCARO

Acho que todos se lembram do nosso leitor/seguidor Ícaro, um designer de jóias de 21 anos que foi escolhido para participar de um concorridíssimo curso com jovens talentos em Milão... Publiquei a história dele e o assunto bombou. Meses depois, Ícaro finalmente manda notícias!! E em consideração aos novos amigos que ele fez através deste humilde blog, tomo a liberdade de dividir com vocês o primeiro relato que recebo da Itália:

"Primeiro me desculpo aqui pela sumida que dei! Tenho dois problemas: primeiro meu fuso horário de 4 horas a mais, ou seja, quando os brasileiros estao chegando do trabalho (+- 8 horas da noite) eu já estou dormindo (aqui 00:00)... O outro motivo é que passo o dia todo na escola, porque é em periodo integral! Por isso raramente consigo entrar na net e escrever como estou fazendo agora! Mas estava te devendo um email e sempre penso em vc e nos meus amigos internautas, que são muito carinhosos comigo, e sempre me escrevem depois do AFOTO.
Aqui em Milão está tudo incrível! O frio persiste, mesmo com a chegada da primavera, e posso te dizer que no começo estranhei muito, mas agora já me acostumei!
A escola é linda! As pessoas que trabalham nela são muito prestativas, e o grupo todo (pasme!) é prestativo e todos se ajudam, já que cada um é de um cantinho do mundo, e todos estamos longe da família etc.. É um clima muito bom!
Por outro lado, a academia é muito puxada! Exigem de nós bolsistas o mais alto grau de qualidade nos trabalhos, usando todas as técnicas e tecnologias etc etc! Ou seja, estou aprendendo muito com eles E com meus amigos. A experiência não tem preço! Estamos agora trabalhando em uma vitrine para a Cartier, estudando toda a marca, as coleções, etc pra fazer um trabalho muito bom! Desde que cheguei aqui já perdi a conta de quantos projetos fiz, que foram assistidos por pessoas muito importantes do grupo Richemont.
Queria te contar um detalhe que lembrei muito de vc aqui... Fiz um trabalho sobre o Brasil, com todo o potencial nosso desde nossa cultura, recursos e economia até as infinitas inspirações, e os alunos suspiraram. Depois meu professor, um francês, me contou que foi notável o jeito emocionado com que eu falo do meu país.. e meu trabalho foi muito elogiado pela equipe!!!
Finalizando, eu posso estar onde for, mas estou carregando meu DNA e espalhando com alegria !
Saudades sempre meu amigo! Espero que fique feliz com as notícias!
Um grande abraço!"

É isso aí, Ícaro. Deus dá asas ... você sabe o resto. Voe, brilhe que aqui nós estamos na torcida.




Escrito por fabricio às 11h40
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ESCUSAS...

Quantos meses sem escrever... É que realmente tem me faltado o principal, tempo!! Resolvi investir em algo pessoal agora também, além do meu trabalho que muitos de vocês conhecem. Espero em breve poder dizer o que "ando fazendo". Mas peço desculpa pela falta de atualização do blog. Pensei em tirá-lo do ar, só não o fiz ainda porque tenho esperança de voltar a escrever com a frequência de antes. Espero que entendam. É por uma boa causa. Continuem deixando mensagens que eu vou publicá-las. Bjs e abs a todos!!



Escrito por fabricio às 14h19
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BOAS FESTAS!!!!!!!!!

                  Concordo com o leitor/seguidor que recentemente se queixou do blog "mega desatualizado". Realmente, o fim de ano foi muito corrido, cheio de novas perpectivas para 2010, e fui obrigado a me ausentar. Pura falta de tempo. Mas prometo voltar com força total!!! E espero que tenha também boas novas para anunciar no começo do ano. Uma nova fase parece estar chegando e espero contar com o apoio e as boas energias que sempre recebo de vocês. Que o Natal seja harmonioso para todos nós e que 2010 traga, além de saúde, só excelentes notícias. Continuamos juntos. Beijo grande e saibam aproveitar as festas ao lado de quem amam. Até 2010!!!!!!



Escrito por fabricio às 23h32
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"AFOTO": PRAGA DE VERÃO

 

A explicacação é simples. Este ano o calor veio dois meses mais cedo. E choveu muito pouco (só agora "Pedrão" decidiu botar as manguinhas de fora). Como esse mosquito adora tempo quente, água parada e suja (o que, convenhamos, não falta nos grandes centros), estamos sendo atacados por uma legião de pernilongos. E nem precisa morar perto de rio ou córrego. Fazendo uma matéria que foi ao ar nesta segunda, aprendi que a fêmea - sim, só ela pica - pode voar quase 2 quilômetros em busca de "comida". A foto é da varanda do apartamento da leitora Pat. E ela me escreve dizendo que fez o clique logo depois de uma "chacina" que o marido cometeu contra os mosquitos. Ou seja, uma leva de "vampiras" tinha acabado de ser exterminada e a outra já estava lá preparando mais um ataque sanguinolento. Eu contei 20!! Não é por acaso que está faltando inseticida nos supermercados. Só para confirmar, quando é que chega o inverno mesmo?



Escrito por fabricio às 15h31
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"SOBRE A VÍRGULA"

Tenho recebido tanta coisa bacana que está ficando fácil alimentar este blog. Eis o texto que a leitora Sarah encaminha. É uma boa demonstração do que nossa língua portuguesa é capaz. Divirtam-se e comentem!


Parte da campanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa.... ou não.
Não, espere.
Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso, só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.



Escrito por fabricio às 23h09
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SUA IDADE EM CHOCOLATE!!!


Atenção professores, matemáticos, estudiosos de plantão! Recebi do leitor Matheus Cortez o "enigma" que reproduzo abaixo (claro, com a devida autorização do remetente). IMPRESSIONANTE!!! Foge a minha ingênua lógica a compreensão dos cálculos. Então, aqui vai o desafio. Primeiro, convido todos a fazer o teste. Depois, a tentar explicar que matemática é essa. Quem se arrisca???
 
Não diga sua idade!

Eu vou dizer sua idade pela MATEMÁTICA DO CHOCOLATE!!!
Isto é realmente interessante.
NÃO TRAPACEIE INDO DIRETO PRO FINAL!
Demora menos que 1 minuto.
 
1. Primeiro: escolha o número de vezes que você gostaria de comer chocolate na semana (mais do que 1 menos que 10)

2. Multiplique o número por 2

3. Adicione 5

4. Multiplique por 50 (Vou esperar enquanto pega uma calculadora...)

5. Se já tiver feito aniversário esse ano, some 1759. Se não tiver feito, some 1758.

6. Agora subtraia os quatro digitos do ano em que você nasceu.

Você agora deve ter um número de três dígitos...
O primeiro dígito foi o número que você escolheu, não foi???
Os próximos dois números são SUA IDADE! 


ESTE É O ÚNICO ANO QUE ISSO VAI FUNCIONAR (2009). ENTÃO, ESPALHE ENQUANTO AINDA DÁ.

De queixo caído com o resultado? Também fiquei!!



Escrito por fabricio às 21h58
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"AFOTO" DA SEMANA ... MUITOS ANOS DE VIDA!!!


           Fico aqui imaginando... quanto da vida a Vó Biluca já não sabe, quantas histórias e experiências se escondem atrás desses olhinhos doces... E quem não se emociona ao ver esta foto? Uma imagem simples, que nos faz  pensar na vida enquanto olhamos para ela............................................ Privilégio do neto Danilo, que me escreve, e de todos os parentes que gozam da companhia centenária. E privilégio também da Vó Biluca que chega aos 100 reverenciada, festejada e amada pela enorme família. Parabéns, Vó! A senhora acaba de ganhar mais um neto!

 

E só para lembrar, quem tiver alguma foto com história que queira dividir conosco (e que seja interessante para todos, claro), é só encaminhar para o e-mail da "afoto". Uma vez por semana (normalmente às segundas-feiras) publico uma.

 



Escrito por fabricio às 00h09
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